Proibição da operação de aeronaves executivas no Aeroporto de Eindhoven (EHEH), na Holanda, efetivada em 1º de janeiro, em 07.01.26
Em post no dia 06 na plataforma online da AIN, o editor-chefe da mídia Charles Alcock repercutiu a entrada em vigor do banimento da aviação executiva no Aeroporto de Eindhoven (EHEH), na Holanda.
A proibição da operação de aeronaves executivas no Aeroporto de Eindhoven (EHEH), na Holanda, entrou em vigor em 1º de janeiro. Anunciada em novembro de 2023, a medida visa integrar o plano do aeroporto para reduzir as emissões de dióxido de carbono e o ruído em 30%.
A Associação Européia de Aviação Executiva (EBAA – European Business Aviation Association) tentou reverter a proibição com o apoio de sua representante holandesa. No entanto, no dia 05, um porta-voz da entidade confirmou que muitas aeronaves anteriormente baseadas em Eindhoven foram transferidas para o Aeroporto de Rotterdam (EHRD), com pista de 2.200 m. em elevação a -14 pés, a 46 MN a NW do Aeroporto de Eindhoven (EHEH), com sua pista de 3.000 m. em elevação de 74 pés.
Os Países Baixos emergiram como um ambiente hostil para a aviação executiva, com o parlamento do país votando recentemente pela introdução de um novo imposto sobre passageiros para vôos charter a partir do início de 2030. A equipe de liderança da EBAA, que está intensificando os esforços para reverter essa taxa, também identificou as restrições de slots como um problema mais amplo nos aeroportos europeus, que exige ações de lobby em 2026.
Eindhoven, no sul dos Países Baixos, é um pólo para empresas envolvidas em setores como semicondutores, tecnologia da saúde, mobilidade e energia. A Royal Philips, que agora tem sua sede mundial em Amsterdã, anteriormente possuía um departamento de aviação em Eindhoven e foi membro-fundador da EBAA.
Em 29 de dezembro, o Ministério da Defesa holandês emitiu uma licença para operações de aeronaves civis em Eindhoven, uma base militar de uso compartilhado, que limita essas operações a 41.500 movimentos em 2026. [EL]
