Após obtenção de licença para serviços de vôos domésticos na Arábia Saudita, planos de expansão das operações da FlexJet no Oriente Médio estão momentaneamente seriamente prejudicados, em 05.04.26
Em post no dia 02 na plataforma online da AIN, o colaborador para o Oriente Médio da mídia Peter Shaw-Smith repercutiu que as aspirações da provedora de vôos executivos com propriedade compartilhada de aeronaves global Flexjet de expandir suas operações no Oriente Médio, após se tornar a segunda operadora a obter uma licença para realizar vôos domésticos na Arábia Saudita em dezembro, foram seriamente prejudicadas pela guerra no Irã. Até segunda ordem, a provedora continuará sem operar ou programar vôos para Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria e Emirados Árabes Unidos, informou um porta-voz da empresa para a AIN.
“Quando considerarmos o espaço aéreo seguro para retomar as operações de, para e dentro da Arábia Saudita, o faremos. A certificação de dezembro nos permite voar ponto a ponto dentro do reino, o que aumenta a flexibilidade operacional não apenas para nossos proprietários de aeronaves no Oriente Médio, mas também na Europa e na América do Norte”, disse o porta-voz.
No entanto, apesar das medidas de emergência causadas pela guerra, a Flexjet continua operando vôos de forma restrita de e para Chipre, Turquia, Armênia e Azerbaijão. “Até que a Flexjet determine que o espaço aéreo, ou as condições em solo, atendam a um nível de segurança que esteja em conformidade com nossos rigorosos padrões, prosseguiremos com as restrições operacionais autoimpostas”, disse o porta-voz.
A VistaJet tornou-se a primeira operadora estrangeira aprovada em agosto, de acordo com o plano de aviação geral da Arábia Saudita anunciado em 2024. Em seguida, veio a Flexjet em dezembro e a AirX Charter, com sede em Malta, em fevereiro. [EL]
