Pilotos de jato executivo do EUA buscam libertação da prisão na Guiné (África), após parada técnica de abastecimento em viagem entre Suriname e Dubai, em 11.02.26
Em post no dia 10 na plataforma online da AIN, o editor-chefe da mídia Charles Alcock repercutiu a prisão de dois pilotos de um jato executivo com registro americano em Conacri, capital da Guiné (oficialmente República da Guiné – um país da África Ocidental limitado a norte pela Guiné-Bissau e pelo Senegal, a norte e leste pelo Mali, a leste pela Costa do Marfim, a sul pela Libéria e pela Serra Leoa e a oeste pelo oceano Atlântico).
Alcock postou a notícia que os advogados dos dois pilotos americanos presos na Guiné recorreram à Suprema Corte do país da África Ocidental em busca de sua libertação. O escritório de advocacia local Jocamey Avocats confirmou para a AIN que representa os dois pilotos. Afirmou que busca uma decisão “decisiva” da Suprema Corte da Guiné.
Scott Schlenker e Fabio Nunez estão detidos desde 29 de dezembro, após pousarem um jato Gulfstream IV em Conacri para uma escala de reabastecimento em vôo entre Suriname e Dubai.
Segundo informações, Schlenker reside em Chicago enquanto Nunez é de Ewing, Nova Jersey.
Segundo relatos da mídia local, o jato transportava uma família brasileira, incluindo duas crianças, quando pousou no Aeroporto Internacional Ahmed Sékou Touré de Conacri (GUCY) para uma escala técnica. As autoridades prenderam os pilotos por supostamente pousarem sem autorização e violarem o espaço aéreo do país.
O escritório de advocacia Jocamey Avocats informou à AIN que buscará o consentimento dos pilotos para divulgar mais detalhes sobre o caso. Ainda não se sabe o que aconteceu com a aeronave e os passageiros.
A noiva de Nunez, Lauren Stevenson, disse ao New York Post que os pilotos permaneceram presos mesmo após uma decisão anterior de um tribunal de apelações que determinou sua libertação sob fiança. Ela alegou que os militares da Guiné interferiram no caso e afirmou que as acusações contra os dois são infundadas.
O Departamento de Estado do EUA não se pronunciou sobre o paradeiro e a condição dos dois pilotos. [EL] – c/ fonte
