Pilotos do EUA da aviação executiva são libertados de prisão, mas seguem detidos na Guiné por alegada violação de espaço aéreo do país e operação de pouso sem autorização, em 01.05.26


Em post no dia 27 na plataforma online da AIN, o editor-chefe da mídia Matt Thurber repercutiu uma atualização do caso dos dois pilotos de um jato executivo Gulfstream IV que foram detidos em Conacri, na Guiné (África ocidental), no dia 29 de dezembro, durante escala técnica numa viagem do Suriname para Dubai.

Thurber revela, por informações fornecidas para AIN, que os dois pilotos envolvidos – Scott Schlenker e Fabio Nunez – foram libertados sob fiança, mas permanecem detidos, após a detenção à força e prisão no dia 29.

Notícias veiculam que os pilotos foram presos por supostamente violação de espaço aéreo do país e operação de pouso sem autorização.

De acordo com uma entrevista da CBS News Chicago com Schlenker, de um hotel em Conacri, onde está detido, os pilotos tinham todas as permissões necessárias para a parada de reabastecimento. “Recebemos nossa autorização, decolamos, chegamos aqui, comunicamos com a torre, comunicamos com o controle de tráfego aéreo. Resumindo, eles nos autorizaram a pousar”. Conforme a entrevista para a CBS News, a prisão foi efetuada por militares. “Eles revistaram a aeronave cinco vezes e não encontraram nada. O sistema legal daqui é incompreensível”.

Em resposta a uma consulta da AIN, o Departamento de Estado do EUA afirmou que “está prestando assistência consular ativamente e continua acompanhando o caso … A administração Trump não tem prioridade maior do que a segurança dos americanos”.

Segundo informações, Schlenker reside em Chicago, Nunez é de Ewing, em Nova Jersey. [EL] – c/ fonte